Sou remédio e sou regalo de toda a casta de gente, porém tenho um certo tempo, que sou mais conveniente, vegetal ou mineral, me faz no mundo existir, sem um dos quatro elementos de pouco posso servir. Trago à memória das gentes da cova a triste pintura, mas recebendo em mim corpos, não sou deles sepultura.
Autor: Adivinhas
O que é que se fez para andar mas não anda?
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Em duas conchas colocado
Vivo encerrado;
Como não posso nadar,
Pego-me às rochas do mar.
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Qual é o mês em que as mulheres falam menos?
Sou gago quando digo o meu nome, como me chamo?
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Sou uma velha muito velha, com o ranço na garganta, de sete filhas que tive, só uma me saiu santa.
Uma dama no seu prado,
Com seu vestido bordado,
Nem talhado, nem alinhavado,
Quem a vê fica assustado…
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Comprida como uma soga e tem dentes como uma loba.
Sem asas da terra, por esses ares voando, e com o espírito levando o corpo e por onde vai tudo vai alumiando. Depois que a luz consumiu o seu espírito caiu na terra e o corpo outra vez muitas vezes busca os pés donde primeiro saiu.
Que é, que é, que os paisanos vêem a cada passo, os reis poucas vezes, o Papa nunca?
Qual é o cavalo que mais gosta de tomar banho?
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Apelido pouco usado, Objecto de estimação. Quem me tiver terá sempre Contra os males prevenção.
Qual é a coisa, qual é ela, que fechada não tapa e aberta tapa?
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Sou pequenino, mas sei nadar;
Vivo nos rios, lagos ou alto mar.
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É como um fole, numas partes duro, noutras mole, é terrestre e marinho, duro no lombo, macio no foçinho.
Estrada