Nos altos montes habito, do céu trago o meu candor, sem estrondos cubro a terra, toda a deixo duma cor.
Autor: Adivinhas
Ninguirininhim, coitada, não tem camisa nem fralda, anda por onde anda toda a gente, quando a matam fica contente.
Qual é a coisa que se encontra uma vez num minuto,
duas vezes num momento, e nenhuma vez no ano?
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O que é o que é que tem orelhas de gato mas não é gato, focinho de gato mas não é gato, rabo de gato e não é gato, o que é?
Não tenho cor nem sabor, cheiro também não tenho, nunca subo, que me canso, só para baixo é que venho.
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Do lugar onde estou depende valer muito pouco ou nada, procure pois quem pretende não perder, se compra ou vende, que eu fique bem colocada.
Qual é a primeira coisa que se põe no jardim?
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O que é que todo o nariz tem na ponta?
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Em que se parece um navio com um burro?
Sou capaz de apostar contigo um cruzado novo.
Hás-de-me saber dizer quantas penas tem um corvo.
Qual é o princípio de princípio?
Na escuridão dum bosque emaranhado, o soturno vivente foi nascido, com leite de purpúrea cor criado dum ovo qual semente produzido.
A terra onde nasceu come esfaimado, morde, fere ao cobarde, ao destemido, e, quando triste fim não tem, de estoiro, é porque lhe não foi veneno ao coiro.
Sem mim não pode haver Deus, bispo sim, cardeal não, as virgens podem ser virgens, mas donzelas sem mim, não.
Minha casa não tem telha, quando entro vou de esguelha.
Com quatro letras apenas, sou fácil de conhecer;
Ferramenta, rio ou peixe, nome de homem ou mulher.
Já me deves ter comido, como fruta apetecida e mesmo como cidade sou bastante conhecida.
A neve.