Só me gasto em comer, senão de nada valia,
Só me gasto em comer,
senão de nada valia,
sirvo pobre e sirvo rico
e a mais alta fidalguia.
Só me gasto em comer,
senão de nada valia,
sirvo pobre e sirvo rico
e a mais alta fidalguia.
O que será, o que será?
Que me preocupa tanto, viaja pelo mundo, mas fica sempre no seu canto?
O selo!
O que é, o que é, que nem diante do Rei tira o chapéu?
O cogumelo.
Não há um dia do ano em que possa descansar;
sempre no teu peito canta com seu rítmico tocar.
O coração.
Nasce no mato, no mato se cria e só dá uma cria?
A Bananeira
Bananeira
Qual é a coisa,
qual é ela?
Alto como pinho,
verde como linho,
amargo como fel,
doce como mel?
Banana
O que é que quanto maior menos se vê?
A Sombra
Verde foi o meu nascimento, coroaram-me em pequenina, do coração me tiraram mil pedras finas que eu tinha.
A romã.
Hugo Janeiro 16, 2018, às 18:17 Permalink
Faca