Qual a fêmea afamada, bem ligeira e decidida, que até mesmo sendo macho, será fêmea toda a vida?
Qual a fêmea afamada, bem ligeira e decidida, que até mesmo sendo macho, será fêmea toda a vida?
Qual a fêmea afamada, bem ligeira e decidida, que até mesmo sendo macho, será fêmea toda a vida?
Produziu-se um certo som
Dois mil e cem metros além
Demorou sete segundos
Que velocidade o som tem?
300 m/s
Qual é o melhor companheiro e o pior inimigo?
Ando, e do sítio em que estou, por mais que ande, não me bulo; aqueles mesmo regulo por quem regulado sou. Preso numa corda vou onde me querem levar; tenho um pé, mas para andar nunca me pode servir e sendo posto a mentir, minto às vezes sem falar.
Tem pernas e não anda, tem asas e não voa, tem boca e não tem fala, tem cu e não caga.
O que é que anda sempre com um nó no pescoço?
O que é, o que é? Corre sem pés, voa sem asas e chora sem olhos?
As nuvens.
Compra-se cru,
Faz-se cozido
E vende-se cru.
O bacalhau!
Um poço de ferro, com valado de linho, toca-lhe, toca-lhe, com um pauzinho.
Qual é a coisa, qual é ela, que passa pelo lume e não queima e que passa pela água e não se molha?
O que é, o que é, preto de natureza, a morte lhe traz alegria e a vida cheira a tristeza?
Urubu
urubu
Tenho porca principesca com principescos porquinhos principesca e a porca e os porquinhos principescos com principescos priminhos?
Verde que verde nasceu, deita sangue sem ter dor, faz três mudanças no ano sem nenhuma ser de amor.
Riquezas não ambiciono, mas em guardá-las prossigo. Defendo bons, maus castigo, deus sirvo e deus aprisiono, guardo a casa do meu dono. Deixando-a e indo-me embora, em ar de quem me namora, essa, em cuja casa estou, a cada volta que dou, bota uma coisa de fora.
À meia-noite se levanta o francês, sabe das horas e não sabe do mês, tem esporas e não é cavaleiro, tem serra e não é carpinteiro, tem picão e não é pedreiro, cava no chão e não acha dinheiro.
O galo
Qual é a coisa que anda para a frente e para trás, para a direita e para a esquerda, e nunca se mexe?
Hugo Fevereiro 18, 2016, às 16:52 Permalink
A lebre.