Criei-me na terra e nada à terra devo em criar-me. Minha mãe para gerar-me foi presa e depois maçada, quase sempre desagrada a função onde eu não vou. Aos mortos defesa dou e em perdendo o ser que tenho a ter a figura venho daquela que me gerou.
Para os antigos, inseto
Que com a noite aparece
Para juventude, problema
Que lá no fundo aborrece
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Quem é que sai de noite e de dia fica em casa?
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Com “P” é feito de trigo, com “M” é feito da gente, com “S” é muito saudável, com “C” é muito valente.
O que é?
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Era branca de candura, mas depois mudei de cor, tornei-me em cinzento-escura, desfiz-me em pranto de dor.
Qual é a coisa, qual é ela, que tem barriga de vidro e tripas de ferro?
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Branca larada, que vai pela estrada, não fia não tece e seus filhos veste.
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O que é, o que é? Tem olhos, mas não vê, e se te pica, não te esquece?
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Meu fato de tiras é, nas costuras tenho os ossos; quer sejam finos ou grossos partem-me todos do pé.
Corre, corre, sem ter pés, dá-te na cara e não o vês. O que é?
Alto está, alto mora, todos o veem, ninguém o adora.
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Sou remédio e sou regalo de toda a casta de gente, porém tenho um certo tempo, que sou mais conveniente, vegetal ou mineral, me faz no mundo existir, sem um dos quatro elementos de pouco posso servir. Trago à memória das gentes da cova a triste pintura, mas recebendo em mim corpos, não sou deles sepultura.
O que é que se fez para andar mas não anda?
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Em duas conchas colocado
Vivo encerrado;
Como não posso nadar,
Pego-me às rochas do mar.
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Qual é o mês em que as mulheres falam menos?
O grilo.
O grilo